Começando a fazer crochê

Pois é, quem diria?

Por tantos anos desde criança aprendendo da sociedade que me cercava que crochê era coisa de dona de casa/ pessoas idosas.

Aí vieram os amigurumis para revolucionar de vez toda essa história do crochê  e quanto mais ia vendo os trabalhos da minha amiga Regiane mais fui me maravilhando e deslumbrando com esse trabalho manual tão delicado e preciso.

Minha primeira encomenda com a Regiane foram as bonecas e a princesa Leia é até hoje a preferida da minha priminha.

Ok, mas é claro que eu não começaria com os amigurumis, eu precisava entender os pontos básicos do crochê, o tal do círculo mágico… E advinha quem foi a amiga maravilhosa que me mandou uns vídeos dela fazendo passo a passo os principais pontos do crochê? Essa Regiane não existe, sério mesmo. Amizades são tudo de bom nessa vida neah.

Tá bem aí lá vou eu me aventurar no crochê (ainda amo macramê ok acho super mais fácil e extremamente deslumbrante) aí pensei nos ecopads que são pequenos e seriam muito úteis. Foi uma ótima experiência para ter contato com os pontos, mas com o barbante azul não ficou muito bom e entortou e com o barbante cru que era mais fino ficou bem pequeno e não ficou muito confortável pra usar no rosto, não me adaptei…

Desistir? Jamais. O ecopad não deu muito certo, então bora fazer um soupla com pontos de crochê.

Comprei um kit de agulhas de acrílico próprias para o crochê de uma marca bem famosa pras arteiras do artesanato chamada Círculo. Peguei um vídeo do YouTube e fui.

E quanto mais vai criando forma, mais orgulhosa a gente fica.

Sim meus deslumbres, minha agulha quebrou!!!! Tá ta bom eu que quebrei a agulha e nem sei muito ao certo os porquês, se fiz muita força, se quis apertar os pontos … mas minha mãe tinha uma agulha de crochê de tamanho bem próximo de outro material… então bora finalizar este trabalho/deslumbre.

Ah se vocês pudessem sentir a alegria que eu senti de ver esse soupla pronto e que ainda sinto em ver é saber que fui eu que fiz, ponto a ponto. Pensa numa pessoa que nem prega botões. Meu, eu tô muito feliz.

Já falei com vocês aqui sobre depressão e algumas dicas sobre como melhorar não funcionam para todo mundo. Cada ser é único e cabe a nós descobrir o que é bom pra nós.

Mas aí ficar buscando o que me faz bem sem saber e não conseguir pensar em possibilidades foi me consumindo e deixando muito mal. E quanto mais eu ouvia: você tem que fazer o que te faz feliz…. pior eu ficava, porque eu realmente não conseguia pensar.

No meu caso o melhor foi não pensar e simplesmente me jogar a fazer coisas diferentes. Com o artesanato só saí ganhando, aprender o macramê e o crochê me fizeram muito bem. Pra você pode ser até outra coisa, mas experimentar coisas novas e experiências novas é sempre muito bom.

Alguém aí faz crochê? Já se interessou?

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